divisão

Outubro 28, 2009

Saber o número de alunos das turmas de CEF, ou se os alunos levarão 15 ou 30 minutos a chegar aos novos centros escolares, é um problema, mas não é o maior problema do ensino. A incorrecta avaliação de alunos e professores é que é o problema mais grave de um ensino que está há décadas a perder qualidade. E, infelizmente, vejo poucos pais e poucos docentes preocupados com isso, apesar de já haver sinais que a nova geração vai sair com poucos conhecimentos e competências e irá receber salários muito inferiores à dos progenitores. Os mais qualificados terão a possibilidade de emigrar, os outros ficarão irremediavelmente presos ao país e são estes que vão pagar, através dos impostos, os vencimentos do funcionalismo público, em geral, e dos docentes, em particular. Vejo os docentes preocupados com questões menores de horários e tamanho de turmas, não os vejo preocupados com os cortes de vencimentos que, a manter-se a estagnação da economia, serão inevitáveis.
O problema mais grave II
Recordo que até 1974 as turmas tinham cerca de 30 alunos, havia poucas reprovações, os alunos aprovados saíam bem preparados e a economia do país teve um crescimento real. A partir daí começou a degradação da qualidade do ensino, devido às “pedagogias” do “Eduquês”, e a melhoria da situação financeira de muitas famílias não ficou a dever-se à qualificação dos seus elementos, mas aos subsídios da UE e ao endividamento externo do país, vias que estão esgotadas.

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Setembro 28, 2009

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Setembro 28, 2009

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